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Ator, palhaço e trapezista. Inicia sua formação profissional com a participação no Curso Técnico de Ator da Casa das Artes Cênicas (CAC). Com o objetivo de dar continuidade ao processo de formação na área artística e de aprimorar o seu domínio técnico, em 1994, matricula-se na Escola Nacional de Circo onde conhece o Grupo Teatro de Anônimo e a figura do palhaço. Desde então participa de várias oficinas do grupo e passa a integrar a equipe técnica.
Em 1998 funda o grupo “Valdevinos de Oliveira – Pequeno Teatro Cômico”, um espaço de construção e pesquisa em torno da linguagem do riso, da comicidade. Desse processo nasce o espetáculo infanto-juvenil “Os Cenouras” dirigido por Márcio Libar. Como integrante da CASA – Cooperativa de Artistas Autônomos, participa das montagens Amantes do Sereno, cortejo sobre pernas de pau do Teatro Diadokai (2002), e do brinquedo popular Pastoril da Matriz, um natal brasileiro, realizado no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília (2004) e do Rio de Janeiro (2006).
Em 2004 é convidado pelo Teatro de Anônimo para participar da montagem de Almas Berrantes. Atuou ainda como diretor artístico da ONG ECOAR - Educando com arte (de 2003 a 2005) e da Companhia da Saúde, grupo apoiado hoje pela ABIA, Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (de 2005 a 2007). As iniciativas utilizam as linguagens do circo e do teatro de rua como instrumento de inclusão social e para comunicar temáticas relacionadas à saúde.
Fábio Freitas é artista integrante do Teatro de Anônimo desde março de 2007.
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