Para ampliar ainda mais as possibilidades cênicas junto ao público, o grupo construiu, com patrocínio da Brasil Telecom, um circo sem lona - o popular tomara-que-não-chova ou pinico sem tampa - usado, inicialmente, para abrigar o espetáculo homônimo. Hoje, a estrutura serve de base para a itinerância dos espetáculos do Anônimo por todo o país. Totalizando 2,7 toneladas em ferro, o cirquinho é capaz de abrigar 200 pessoas sentadas.